quinta-feira, 17 de maio de 2012

PROTESTO DE TITULOS COMO FAZER

Protesto
É o ato que efetivamente torna pública a insolvência (inadimplência) do devedor. Os títulos que vencem em um determinado tríduo, uma vez não pagos, aceitos, retirados ou sustados, são imediatamente protestados. As cártulas protestadas são anexadas aos respectivos instrumentos de protesto, assinadas pelo Tabelião ou pelo escrevente por ele autorizado.

Outrossim, uma outra via, devidamente numerada (chamada Termo de Protesto), é impressa, a qual fará parte do livro de registros de protestos. Como conseqüência do protesto, o nome do devedor ficará inscrito nos órgãos de proteção ao crédito, ficando ele incumbido do respectivo cancelamento, mediante pagamento dos emolumentos



Institutos e Terminologias do Serviço de Protesto
  • Apresentante: é a parte que procede no pedido de entrada no protesto. Geralmente é o credor, mas pode ocorrer que o apresentante seja apenas um mero cobrador do título, em virtude de endosso mandato.
  • Cedente: é a parte que transmite o crédito ao apresentante (quando o endosso for translativo) ou lhe transfere simplesmente os poderes de cobrança (endosso mandato).
  • Responsável, Sacado ou Devedor: é a pessoa que deverá pagar o título.
  • Emitente: é a pessoa que emite um título de crédito. Os emitentes de notas promissórias e cheques, por exemplo, são devedores desses títulos. Já os emitentes de duplicatas e letras de câmbio, por sua vez, são credores desses títulos.
  • Portador: no que concerne ao protesto, portador é a pessoa que comparece ao balcão de atendimento para dar entrada nos títulos. Pode ou não ser a mesma pessoa que o apresentante.
  • Tríduo: compreende o prazo de 03 (três) dias em que o devedor tem para pagar o título em Cartório, após a sua protocolização. Vencido o tríduo, o título é protestado imediatamente. Contudo, se o devedor for intimado no último dia (vencimento), lhe será acrescido um dia a mais, uma vez que o devedor deve ser notificado, no mínimo, com 24 (vinte e quatro) horas de antecedência ao vencimento do tríduo.



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A inflação para as pequenas e médias empresas



Conforme o Wikipédia, a enciclopédia livre, em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços, aonde a palavra inflação é utilizada para significar um aumento no suprimento de dinheiro e a expansão monetária, o que é às vezes visto como a causa do aumento de preços;
E como isso afeta a vida das PME´s ?
Vejamos o exemplo dos salarios:
As empresas estão tendo de pagar salários cada vez maiores para contratar novos funcionários, principalmente para tirar pessoal de empresas concorrentes. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que os salários de contratação na indústria cresceram 12% nos últimos 12 meses. Na média da economia, a alta foi de 10%.
No mesmo período, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços Ampliado (IPCA) ficou em 6,7% – acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo governo para 2011, de 6,5%.
O crescimento dos salários é bom para o consumidor e excelente para as vendas. No entanto, representa um aumento de custos para as empresas. “O problema é como repassar para os preços este adicional , afinal quem dá o preço final de um produto é o mercado atraves da lei de oferta e procura”.
Vejamos agora o que chamamos de efeito esponja ou mola:
As PME´s na sua maioria, compra e adquire suas matérias primas, produtos e insumos de uma grande empresa ou grande distribuidor que em algumas situações,  esta em situação confortável como principal player do setor ou detem o monopólio ou alguma influencia sobre o fornecimento em função do seu porte e tamanho, desta forma a pressão por aumento de preços ou por variações nas condições comerciais  é constante e sempre mais favorável para o Grande em relação às PME´s.
Muito bem! Entendido que uma elevação de preços por parte do seu fornecedor, deve então naturalmente ser computado e adicionada na formação de preço de vendas e por consequência repassado a quem compra (cliente), aparece ai uma outra surpresa para as PME´s , que quando não vende para o cliente final e ai na maioria das vezes tem como cliente uma empresa de maior porte. Esta a “Grande Empresa”,  por sua vez cria muitos empecilhos e não aceita o repasse ou aumento de preços e ameaça e pressiona a PME para manter a tabela e condição comercial.
Quando a venda é para um cliente final ou consumidor direto isto á amenizado, lembrando sempre que quem dá o preço final de um produto é o mercado atraves da lei de oferta e procura.
Por tanto, nestas duas situações a consequência para se manter o volume de vendas e negócios é manter o preço sem repassar o aumento dos insumos que tem como consequência imediata a parte de margem ( lucro ), deixando a imagem de uma esponja ou mola para a PME que fica no meio e é pressionada para cima pelo “fornecedor” e para baixo pelo “cliente”.
Nos dois exemplos sentimos claramente o efeito danoso da inflação na PME que algumas situações acaba literalmente pagando a conta

Por Laecio Barreiros

 http:\\pensandogrande.

Inadimplência cresce mais em SP que no RJ em julho








SÃO PAULO – Em julho, embora a inadimplência dos consumidores tenha subido tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, o acréscimo foi mais intenso entre aqueles que vivem na capital paulista do que entre os cariocas.

Enquanto em São Paulo houve alta de 13,1% na taxa, no Rio de Janeiro o aumento foi bem menos intenso, de 2,3%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostram dados do CDL-Rio (Clube de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro) e da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Na comparação com junho de 2011, por outro lado, a inadimplência entre os cariocas caiu 3,3%. Enquanto que em São Paulo, a taxa ficou em -4,2% no período.

Débitos quitados

O aumento menor na taxa de inadimplência no Rio de Janeiro muito se deve à elevação do pagamento das dívidas atrasadas pelos cariocas. Na comparação com julho do ano passado, houve acréscimo de 6,1% nas dívidas quitadas.

Já em São Paulo, comparando os dois períodos, o percentual de dívidas pagas, representadas pelos registros cancelados no serviço de proteção ao crédito, ficou em 10,3%.

Para a ACSP, os resultados apurados no mês de julho mostram a continuidade de alta gradual da inadimplência, sugerindo cautela do mercado nas vendas a prazo.

Cheques

Considerando a consulta de cheques nas duas capitais, elas foram maiores na capital paulista em julho. Segundo a ACSP, frente ao mesmo mês de 2010, houve leve aumento de 0,1% na consulta com cheques, ao passo que no Rio de Janeiro, em igual período, houve queda de 8,7% nas consultas.

A inadimplência com cheques no Rio de Janeiro cresceu 1,9% em novembro, sobre igual mês de 2010, segundo a CDL. Ainda na capital carioca, houve um aumento de 3,9% nas dívidas quitadas com cheques.



Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 10/8/2011 10:21

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Projeto cria cadastro nacional para premiar bons pagadores

A ideia é premiar com taxas de juros mais baixas. O projeto foi aprovado no Congresso. Para entrar em vigor, falta a sanção presidencial.

Em Brasília, a notícia foi anunciada na noite de
quarta-feira (18): prêmio para quem está em dia com as suas dívidas. É o cadastro nacional do bom pagador. Quem sempre paga as contas em dia e oferece menos risco de calote pode ter recompensa. Um projeto aprovado pelo Congresso cria esse banco de dados que vai centralizar as informações sobre os consumidores que quiserem fazer parte dele. A ideia é premiar com taxas de juros mais baixas. Para entrar em vigor, falta a sanção presidencial.

As compras estão parceladas, mas a auxiliar administrativa Gisele Palha não deixa atrasar o pagamento. “Procuro sempre pagar em dia para não ficar gerando débitos depois, juros, essas coisas, principalmente cartão de crédito”, comenta.

Que tal fazer parte do cadastro positivo? É uma lista de consumidores que pagam as contas em dia. Um banco de dados promete uma recompensa. Os bons pagadores incluídos no cadastro podem ter mais facilidade na hora de pedir empréstimo. Ao consultar a lista, se o nome do cliente estiver lá, o banco pode oferecer condições melhores de financiamento.

“A grande vantagem é exatamente essa: os bons pagadores ter um tratamento diferenciado e ter uma taxa de juro menor do que aqueles que têm risco”, afirma Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

“Qualquer crédito que o consumidor venha pleitear pode ter uma melhora na sua taxa como cheque especial, como financiamento de um veículo, como crédito pessoal, enfim, crédito imobiliário, qualquer tipo de operação de crédito”, destaca Antonio Carlos Negrão, diretor jurídico da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O consumidor só vai fazer parte do cadastro se quiser. Terá de autorizar por escrito a inclusão do nome na lista. Quem não quiser mais participar pode pedir para ser excluído a qualquer momento.

“Um banco de dados sempre é bom tanto para o consumidor como para o comerciante”, acredita o funcionário público Bento Alves. “Eu não ia deixar expor meu nome em qualquer lista assim”, comenta uma estudante.

Para o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), o cadastro pode ser vantajoso para uns e nem tanto para outros.

“Aquela pessoa que tem um histórico positivo bom faz sempre a opção de pagar à vista, não tem histórico de crédito porque paga à vista e não quer ser inserido, ele pode vir a pagar um juro maior por isso”, alerta o presidente do Ibedec, Geraldo Tardin.

Esse banco de dados vai ser administrado por empresas privadas. O histórico do consumidor poderá ser consultado de graça a cada quatro meses. Nele, haverá informações sobre o pagamento de contas de água, luz, telefone e financiamentos. Os dados vão ficar guardados por um prazo máximo de 15 anos.

Edição do dia 19/05/2011

Bom Dia Brasil

terça-feira, 3 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bolsas da Ásia fecham em alta após morte de Bin Laden







Índice Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, subiu 1,57%

Foto: AP




As bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira, enquanto o dólar recuperava valor e o petróleo caía mais de 1% após a notícia de que o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, fora morto pelos Estados Unidos. O acontecimento parece ter dado razão para os investidores retirarem posições muito vendidas em ativos como o dólar, com a percepção de que os EUA enfrentam menos riscos de segurança. O presidente Barack Obama disse que Bin Laden fora morto em conflitos com forças americanas.



Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 1,57%. Muitos mercados asiáticos, incluindo China, Hong Kong, Cingapura e Tailândia estavam fechados para feriados públicos, deixando o índice acionário da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão em alta de 0,36%. O índice de Seul subiu 1,67%. Sydney fechou com um leve ganho de 0,04%.



"Ao reduzir os riscos de segurança nacional em geral, isso deve impulsionar os mercados de ações e reduzir os preços dos títulos do Tesouro dos EUA", disse Mohamed El-Erian, diretor-executivo e vice-diretor de investimentos da PIMCO, que administra US$ 1,2 trilhão em ativos. "Os mercados de petróleo devem ficar mais voláteis, dada sua maior sensibilidade ao cabo de guerra entre o risco menor e a possibilidade de distúrbios isolados em partes do Oriente Médio e da Ásia central", disse ele.



Morte de Osama bin Laden faz bolsas mundiais subirem; petróleo cai mais de 3% em Londres


SYDNEY, RIO e SÃO PAULO - Após o anúncio da morte do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, os principais mercados mundiais registram ganhos e os preços do petróleo recuam fortemente. Os contratos futuros de petróleo negociados em Londres caíam US$ 4,22, a US$ 121,67. No mês passado, o Brent atingiu os US$ 127. Já o petróleo negociado na bolsa de Nova York recuava US$ 1,25, a US$ 112,68.

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o pregão desta segunda em alta, e por volta das 10h20m (horário de Brasília), o Ibovespa, índice de referência no mercado brasileiro, avançava 0,39%, aos 66.389 pontos. No campo corporativo brasileiro estão em pauta os resultados trimestrais de empresas como Embraer, Fibria e BR Malls. À noite, a TIM publica seu balanço.

No câmbio, o dólar comercial descia 0,06%, a R$ 1,572.

As bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira, enquanto o dólar recuperava valor e o petróleo caía mais de 3% após a notícia da morte do terrorista pelos Estados Unidos .

Há pouco, o Dow Jones futuro subia 0,60%, aos 12.833 pontos, o S&P 500 avançava 0,55%, aos 1.367,30 pontos, e o Nasdaq-100 ganhava 0,51%, aos 2.413,00 pontos.

Na Bovespa, as ações da Petrobras acompanham a queda dos preços do petróleo e se depreciam. Os papéis ordinários desciam 0,44%, a R$ 28,76, enquanto os preferenciais recuavam 0,23%, a R$ 25,54. As ações da Vale também se depreciam. Enquanto as ON desciam 0,77% (a R$ 51,39), as preferenciais recuavam 0,49% (a R$ 45,84).



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/05/02/morte-de-osama-bin-laden-faz-bolsas-mundiais-subirem-petroleo-cai-mais-de-3-em-londres-924360598.asp#ixzz1LAuecLaP
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Dia positivo até agora também na Europa. Em Frankfurt, o índice DAX avançava, há pouco, 0,70%, para 7.566,80 pontos, com as ações da BMW subindo 1,95% e as da Daimler, 1,75%. Na bolsa de Paris, o CAC-40 tinha 0,30% de valorização, aos 4.119,00 pontos, puxado pelos papéis da Alcatel-Lucent, que avançavam 2,07%.

O Ibex-35, da bolsa de Madri, também contabilizava alta de 0,30%, aos 10.911,50 pontos, apesar da queda de 2,23% nas ações do Santander. Em Madri, os papéis da Fiat saltavam 4,23% e levavam o FTSE-MIB à valorização de 0,27%, para 22.478,00 pontos.

A bolsa de Londres não opera nesta sessão por causa de feriado.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/05/02/morte-de-osama-bin-laden-faz-bolsas-mundiais-subirem-petroleo-cai-mais-de-3-em-londres-924360598.asp#ixzz1LAum84z5
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segunda-feira, 4 de abril de 2011

A equipe do Fantástico foi a uma empresa onde havia umas 15 pessoas trabalhando para entender como as pessoas vêm administrando o tempo no horário do expediente.

Quanto tempo do seu expediente você gasta com sua vida pessoal? Ao todo, 1,6 mil pessoas responderam a essa pergunta em uma pesquisa feita pela internet.

O resultado? 31% admitem gastar 30 minutos do tempo de trabalho com assuntos particulares. Para 25%, esse tempo é de uma hora e 9,5% dos pesquisados gastam até duas horas cuidando da vida em vez de trabalhar.

A equipe do Fantástico foi a uma empresa onde havia umas 15 pessoas trabalhando para entender como as pessoas vêm administrando o tempo no horário do expediente.

É possível se desligar das preocupações com o filho enquanto está trabalhando? “Não, sinceramente, não. Nós que somos mães, nós nos preocupamos o tempo inteiro”, afirma Daniela Tartuci, a psicóloga da empresa.

E está cheio de papai fazendo a mesma coisa: “A cada duas horas eu ligo para saber se está bem. Mas um bate-papo de dois minutos”, conta o executivo de negócios Rodrigo Zázzera.

É, mas perder o foco no trabalho é fácil e a internet é a tentação número 1 para 36% dos entrevistados. Na pesquisa, 40% dizem que repassam correntes e também piadas por email; 20% curtem joguinhos online; 56% fazem compras pela internet e, olha só, 11% veem pornografia no computador. Tudo em plena hora de trabalho!

A pesquisa foi coordenada pelo especialista em administração de tempo Christian Barbosa, que se reuniu para um bate papo com o pessoal de um escritório: “As pessoas reclamam: ‘Não tenho tempo para nada’. Não é que eu não tenho tempo para nada, é que eu estou usando muito mal o tempo que eu já tenho, com coisas que eu nem reparo”, diz Christian.

Será que você não está enrolando no trabalho? Das pessoas que responderam à pesquisa, 30% enrolam uma hora por dia; 16%, duas horas; e 12% enrolam mais de três horas por dia. “Enrolar são aquelas coisas que você faz e chega no fim do dia, se você não tivesse feito, não ia fazer a menor diferença”, explica.

Enrolar é igual a perder tempo. E o trabalho vai ficando para depois: “Quem afirma que adia suas coisas até a última hora?”. Silêncio na sala.

E, já que no escritório ninguém se entregou, olha o exemplo do Rio Grande do Sul: “Meu nome é Gerson. Vocês podem ver que minha mesa está cheia de papel. Eu preciso resolver isso de alguma maneira. Quando a coisa está muito desesperadora, eu dou uma fugida para tomar um café. Se eu encontro alguém no café, eu puxo um assunto e isso me atrasa mais. Eu sempre tenho que espichar o horário do trabalho para que eu consiga fazer as coisas normais do dia a dia”, confessa o funcionário do departamento financeiro, Gerson Worobiej.

Em São Paulo: “Gente, vocês estão muito certinhos! Tem aquelas coisas que a gente enrola, deixa para o final do dia porque não quer fazer”, conta uma mulher.

“Acho que ninguém assume, mas acho que na maioria das vezes quase todo mundo faz isso”, afirma um homem.

Faz mesmo, segundo a pesquisa: 52% admite que, às vezes, deixa tudo para a última hora. E para 12% dos entrevistados, não tem jeito: com frequência, adiam tudo, até as coisas virarem urgentes.

Mas uma boa notícia: cansado de fazer serão no trabalho, o Gerson descobriu uma saída bem simples. “Eu planejo toda minha semana. Eu tenho uma lista de tarefas para fazer, eu boto cada tarefa no seu dia que eu preciso fazer. Continuo tomando café, continuo olhando alguma coisa na internet, mas meu trabalho não está atrasado”, diz.

Com tanto planejamento, sempre dá para voltar para casa na hora certa. A solução para a sua falta de tempo pode ser outra: “A gente deveria fazer uma lista do que a gente deveria parar de fazer. Se a gente não faz essa lista que nos conscientize, a gente não consegue interromper esse ciclo”, lembra o especialista.

Mas nada de ser radical! “O importante é ser feliz e ir equilibrando e não criando regras, coisas muito fechadinhas. Faz isso, faz aquilo outro. Isso não funciona. Faz o que te deixa feliz e no limite do que os outros aceitem”, ensina Christian

quinta-feira, 24 de março de 2011

O MARKETING DEPOIS DE AMANHÃ - RICARDO CAVALLINI


Um assunto recorrente no mundo do marketing, da publicidade e principalmente da propaganda é a fragmentação da audiência. Até pouco tempo, o mix de comunicação e promoção era muito bem atendido pela televisão, revistas, rádios e jornais. Pensando nas novas mídias, Cavallini aborda os celulares e o mobile marketing, os videogames, a internet e a TV digital como algumas alternativas possíveis. De todas elas, só a TV digital não estava disponível antes de 2007.

Mas nem só de mídia o livro fala. Advergaming, privacidade, computação ubíqua, novos displays e RFID são outros temas discutidos, cada um com seu próprio capítulo. Propositalmente, Cavallini procurou não se deter muito à internet, para dar atenção à outras possiblidades menos conhecidas e menos discutidas. Uma forma de abrir os olhos do marketeiros em geral para um mundo em rápida mudança.


DANWLOADS AQUI


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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Consumidor inadimplente poderá não ter direito a indenização

Bulhões: honra do consumidor não será atingida pela divulgação de inadimplência em que já se encontra. O Projeto de Lei 5624/09, do deputado Antonio Bulhões (PRB-SP), estabelece que consumidores já inscritos em cadastros de devedores não têm direito à indenização por dano moral, no caso de nova anotação sem a devida ciência do interessado
Bulhões argumenta que, "se, antes da anotação irregular, o devedor já era insolvente, sua honra e reputação não seriam atingidas pela divulgação de uma situação de inadimplência em que já se encontrava".
Prévia comunicação
O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) exige prévia comunicação ao cliente no caso da inscrição de seu nome em bancos de dados de inadimplentes como pressuposto de regularidade do lançamento de informações.
Mas, no caso de cidadão já cadastrado, de acordo com o autor, já há, inclusive, jurisprudência nos tribunais brasileiros com essa interpretação de que novo lançamento, sem comunicação prévia, não gera direito à indenização por danos morais.
Tramitação
Em caráter conclusivo, o projeto será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e deConstituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta: PL-5624/2009
Autor: Agência Câmara
Extraído de: Câmara dos Deputados - 02 de Dezembro de 2009
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Inadimplência deve aumentar ainda mais no início de 2011

A inadimplência do consumidor, que fechou 2010 com alta de 6,3%, como publicamos aqui, deve aumentar nos primeiros três meses de 2011, segundo previsão do economista Carlos Henrique de Almeida, da consultoria Serasa Experian. A expectativa é que o acumulado em 12 meses fique em torno de 6,8%.
Ao longo do ano, no entanto, o indicador deve recuar, fechando abaixo da taxa registrada em 2010.
- A perspectiva para este início de 2011 é que a política monetária restritiva para controle da inflação, iniciada no ano passado, o pagamento de impostos (IPTU e IPVA) e as despesas escolares possam gerar pressões de aumento da inadimplência. Mas não vamos ter uma mudança radical – diz o economista.
No fim do ano passado, o BC decidiu apertar o crédito, encarecendo os custos dos empréstimos, para controlar a inflação. Também para conter a alta dos preços, a autoridade monetária deve elevar a taxa de juros no começo de 2011. Na próxima semana, o Copom se reúne pela primeira vez no ano para decidir se haverá aumento. Tudo isso contribui para a alta da inadimplência.

fonte: Previsão/Serasa ExperianO Globo Economia - http:\\oglobo.globo.com\economia

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Eleições 2010 chegam a reta final


Votações acontecerão no próximo domingo, dia 3 de outubro, eleitores precisam saber escolher Administradores comprometidos com o país.

Brasília, 27 de setembro de 2010 - Faltam poucos dias para as eleições presidenciais que elegem, também, governadores, senadores e deputados. No próximo dia 3 de outubro, mais de 135 milhões de brasileiros irão às urnas. Ao que tudo indica, essa será umas das eleições mais acirradas já vividas no Brasil, pois as pesquisas eleitorais de intenção de votos indicam pequenas diferenças entre um candidato e outro.


Uma das razões para tamanha disputa pode estar nos inúmeros escândalos de corrupção. Desconfiados com a idoneidade dos candidatos, muitos eleitores estão indecisos. Para convencê-los, os concorrentes terão pela frente um grande desafio.


Há quem diga, por exemplo, que as eleições 2010 serão do povo brasileiro. Hoje, qualquer cidadão que goze de direitos políticos pode pedir a inelegibilidade de candidatos registrados que estão com a ficha suja.


Os eleitores terão a chance de mudar o cenário político do país. É importante analisar a ficha do candidato, mas também é essencial conhecer a história dele para saber se tem experiência em gestão e se está preparado para representar milhares de brasileiros, lembrando que o Brasil precisa de Administradores sérios e comprometidos com a nação. Este profissional foi preparado para gerir recursos e fazer planejamento a curto, médio e a longo prazo.


A história prova, por exemplo, que em momentos de crises financeiras e políticas as empresas com um bom sistema de gestão conseguiram superar as dificuldades. O Brasil necessita, portanto, de Administradores para gerenciar uma nação com 190 milhões de brasileiros. Mais do que eficiente e capaz este profissional é um homem acostumado às mudanças e sabe o que é necessário para adaptar-se a elas.


O voto é obrigatório para todas as pessoas alfabetizadas entre 18 e 70 anos. Já para os analfabetos, maiores de 70 anos ou jovens de 16 e 17 anos, o voto é facultativo. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a maioria dos eleitores deste ano é do sexo feminino (51,8% do total) e tem entre 25 e 34 anos. Os menores de 18 anos também estão entre os que podem decidir os futuros representantes do país: do total, 2.391.352 eleitores aptos a votar são jovens entre 16 e 17 anos.

Por Roberto Carvalho Cardoso
www.administradores.com

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A RENOVAÇÃO DA AGUIA .... (seja como a aguia renove-se)




A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos
Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com:
As unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas as quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e
pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então, a águia só tem duas alternativas:
Morrer
Ou
Enfrentar um “doloroso” processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.
As águias frágeis, desprovidas de coragem, sucumbem ao envelhecimento. As mais corajosas, valentes e audaciosas tomam uma decisão radical: se refugiam no alto de uma montanha e iniciam um processo de auto renovação
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e viver, então, mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
E para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor...
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar
o valioso resultado que renovação SEMPRE traz

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ampla Contribui com empregos para profissionais com mais de 50 anos.


Matéria passada no Bom Dia da Rede Globo de Televisão. onde ressalta a importancia
de profissionais com mais de 50 anos , capacitados para ocupar novamente um quadro nas empresas mas sao por muitas considerados velhos.
A ampla a muito da sua contribuição para estes proficionais que sao duramente colocados de lado pelo mercado de trabalho.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Inadimplência com cheques atinge menor taxa no 1º tri desde 2005, diz Serasa




A inadimplência com cheques registrou uma taxa de 1,92% no primeiro trimestre deste ano, o menor patamar para o período desde 2005 (1,74%), de acordo com o indicador da Serasa Experian divulgado nesta sexta-feira.

Ao todo, foram pouco mais de 5,4 milhões de cheques devolvidos para mais de 281 milhões compensados. O valor médio das dívidas com essa forma de pagamento no primeiro trimestre ficou em R$ 1.191,26.

Em março, foram devolvidos 2,1 milhões de cheques, representando uma inadimplência de 2,04%, número acima dos patamares contabilizados em janeiro e em fevereiro - esse último teve 18 dias úteis, ante 23 em março.

Essa alta, de acordo com os analistas da Serasa, é decorrente de uma série de fatores sazonais, que pressionam o orçamento familiar, como o pagamento da última parcela do IPVA, das despesas escolares (matrícula e material) e das férias e eventuais viagens realizadas no início de ano.

Ainda assim, o índice de cheques devolvidos é inferior ao registrado no mesmo mês de 2009 (2,46%), quando o país sentia os reflexos do agravamento da crise econômica mundial.

A perspectiva é de que a inadimplência com cheques continue caindo, principalmente na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Já no segundo semestre, os indicadores apontam para elevação, decorrente do maior endividamento da população.

O Amapá segue líder do ranking, com o maior percentual de cheques devolvidos (13,95%) em março, em um patamar ainda maior do que o registrado em fevereiro (13,59%) e em janeiro (11,93%).

Pelo terceiro mês consecutivo, São Paulo detém o menor índice (1,68%), com leve alta sobre a taxa (1,41%) contabilizada no mês anterior. Na contramão da tendência de alta, Roraima foi o único Estado que registrou queda nos índices de cheques devolvidos, de 10,15% para 8,79%.

Fonte: Folha Online, 23 de abril de 2010. Na base de dados do site www.endividado.com.br

terça-feira, 20 de abril de 2010

Setor de recuperação de crédito crescerá 20%

Da Redação

SÃO PAULO - O aumento da concorrência entre as instituições financeiras, aliado à expansão do crédito, irá levar as empresas de recuperação de crédito a um crescimento de 20% em seu faturamento neste ano, ante alta de 5% em 2009. Além disso, com o aumento dos empréstimos, o setor conta com um volume absoluto de inadimplência maior, apesar da expectativa de uma queda relativa do índice de 5,8% para 4,5% em 2010.

Segundo o diretor de Novos Negócios e Desenvolvimento da empresa de tecnologia especializada em sistemas para recuperação de crédito SysOpen, Wellington Gomes, a tendência é de que a inadimplência neste ano chegue a 6,5% em março, antes de cair até um patamar de 4,5% em dezembro. "O primeiro trimestre é um período sazonal de aumento do índice, por conta do acúmulo de dívidas no ano anterior, além do pagamento de uma série de obrigações fiscais, como IPTU e IPVA".

Assim, a inadimplência acima de 90 dias chegaria a R$ 80 bilhões, dentro da previsão de crescimento do crédito no sistema financeiro nacional de 30%, a R$ 1,77 trilhão. Segundo Gomes, no entanto, a inadimplência entre 10 e 90 dias, pode bater a casa dos R$ 250 bilhões. "Será dentro desse parâmetro que as empresas de recuperação de crédito irão trabalhar, mas muito desse volume será de pagamento espontâneo", diz o diretor. Essa medição é feita apenas no índice de inadimplência do mercado financeiro, sem levar em consideração o não pagamento de serviços como telefonia, energia elétrica, água, gás, TV a cabo e também parte do varejo, que trabalha com financiamentos próprios sem a utilização de recursos do mercado financeiro.

Segundo o presidente da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito (Aserc), José Roberto Roque, o faturamento médio das 1.800 empresas do setor é entre R$ 300 e R$ 400 mil mensais, ou R$ 8,640 bilhões anuais. "O incremento de 20% esperado virá não só pelo aumento de volume do crédito neste ano, mas também porque ainda há uma bolha de inadimplência trazida de 2009", analisa. Segundo ele, o setor está aquecido e "animado". O executivo usa como base o índice criado pela associação de vontade do devedor de cartão de crédito pagar dívida de dois anos nos próximos 90 dias. "O índice atual é o maior da série, tendo batido os 88%", afirma. Segundo ele, a média histórica fica entre 80% e 82%.

Gomes, da SysOpen, vê o mercado ainda aquecido por muito tempo. Segundo ele, a recuperação de crédito será uma ferramenta cada vez mais importante em um cenário de expansão do crédito, como o esperado no País nos próximos anos. "Mesmo que inadimplência fique estável nesse caso, com as concessões subindo, o volume absoluto dos calotes também sobem", compara.

O executivo diz ainda que as instituições financeiras precisarão recuperar o dinheiro financiado cada vez mais rápido, para poder voltar a reemprestá-lo.

Gomes vê a inadimplência caindo "por necessidade". "Em um crédito consignado, por exemplo, que tem taxas baixas, se a inadimplência é alta, acaba com o lucro. Em uma perspectiva de caminharmos para taxas cada vez menores e concorrência maior, o trabalho de recuperação deverá ser cada vez melhor".

Ele lembra ainda que em países desenvolvidos, a concessão de crédito chega a ser mais de 100% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto no Brasil está na casa dos 45%. "Se chegarmos a esse nível e os bancos demorarem a retornar esse dinheiro para seus caixas, não terão recursos para voltar a emprestar", projeta.

Os textos veiculados pela Agência Sebrae de Notícias podem ser reproduzidas gratuitamente.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Serasa ou no SPC? Qual a Diferença?






Qual a diferença entre Serasa e SPC?
O SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e a Serasa são entidades que cadastram devedores, sendo verdadeiros Bancos de Dados e Cadastros de Consumidores. Ambas dedicam-se a análises e a informações para orientar empresas, lojas, bancos, (enfim, todas as pessoas jurídicas que estiverem conveniados a elas) a tomarem decisões sobre a concessão de crédito e apoio a negócios.

A diferença entre estas entidades é que a Serasa é mantida por instituições financeiras e o SPC pelas associações comerciais e prestadoras de serviço em geral, mas na maioria dos casos o nome do devedor aparece no cadastro das duas entidades, independente da origem da dívida.

Como saber se o meu nome está no SPC ou na Serasa?
O consumidor tem direito ao acesso a todos os dados existentes nos cadastros do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e da Serasa, sem precisar pagar nada por isso. Essas entidades têm obrigação legal de prestar estas informações ao cidadão. Para efetuar a consulta, o interessado deve ir pessoalmente a um dos postos de atendimento e pedir uma certidão com os dados desejados. É preciso levar os seguintes documentos:

RG ou Carteira Profissional (original)
CPF (original)
Para quem não pode comparecer pessoalmente, a opção é enviar um procurador com firma reconhecida. Nesta procuração deve constar o nome completo, RG e CPF do consultante e uma autorização para esta pessoa a efetuar a consulta. É muito importante que esteja discriminado na procuração que ela se destina a uma consulta efetuada pela Serasa ou pelo SPC. (no caso de pesquisa por terceiros).

De qualquer forma, cabe lembrar que você sempre será avisado antes de ter o nome incluído no cadastro de devedores. Tanto a Serasa quanto o SPC tem a obrigação de enviar uma carta registrada informando ao devedor que ele deverá regularizar a situação no prazo de 10 dias. Afinal, a pessoa precisa ter a oportunidade de quitar as dívidas antes que seu nome fique “sujo na praça”. No caso de você não pagar estas pendências no prazo estipulado, não tem jeito, o seu nome vai parar no cadastro de inadimplentes.


Como limpar o nome no SPC?

O SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) é um banco de dados das associações comerciais, presentes em todos os estados brasileiros. Nessas associações, são mantidos cadastros de consumidores que não quitaram seus débitos. Para limpar o nome no SPC - no caso de cheque sem fundos protestado - a primeira providência é procurar a agência do banco que apresentou a ocorrência. Solicite ao banco informações sobre o número, valor e data do cheque.

Verifique no seu canhoto para quem foi emitido o cheque, procure a pessoa ou a empresa para regularizar o débito e recuperar o cheque. Em seguida, de posse do cheque, prepare uma carta, conforme orientação do gerente da sua conta no banco. Junte à carta o original do cheque recuperado.

Recolha no banco as taxas pela devolução do cheque e protocole uma cópia dos documentos entregues ao banco. A carta deve ser entregue no banco em que a pessoa possui conta. A regularização na base de dados do SPC vai acontecer depois que o Banco do Brasil (responsável pela atualização do arquivo do CCF) enviar os documentos para o SPC.



Como limpar o nome na Serasa?

Existem quatro maneiras de o seu nome ficar sujo na Serasa, saiba como proceder em cada um dos casos abaixo:

Devolução de cheques sem fundos
Anotação de títulos prostetados
Anotação de ação judicial (execução de título judicial e extrajudicial, busca e apreensão de bens, falência e concordata)
Anotação de dívida vencida (pendência bancária ou financeira)
Ação de execução fiscal federal
Devolução de cheques sem fundos

Ocorre quando uma pessoa emite um cheque sem fundos e este é devolvido duas vezes pelo Banco. Neste caso, deve-se:

procurar a agência do banco indicado como apresentante da ocorrência de cheque sem fundos;
solicitar ao banco informações sobre o número, valor e data do cheque;
verificar nos canhotos de cheques em seu poder para quem foi emitido o cheque. Procurar a pessoa ou a empresa para regularizar o débito e recuperar o cheque;
de posse do cheque, preparar uma carta, conforme orientação do gerente da sua conta no banco. Junte à carta o original do cheque recuperado. Recolher no banco as taxas pela devolução do cheque e protocolar uma cópia dos documentos entregues ao banco. A carta deve ser entregue no banco em que a pessoa possui conta;
a regularização no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF), do Serasa, é feita pelo Banco Central. O banco em que a pessoa mantém a conta-corrente envia ao Banco Central todos os documentos comprobatórios de que a situação foi regularizada;
a regularização de cheques sem fundos só ocorre após o Banco do Brasil enviar o comando específico para a Serasa, por meios magnéticos. O tempo de espera é de, no mínimo, 10 dias úteis.

fonte: poupaclic.com.br

CONHEÇA OS 34 MOTIVOS DE DEVOLUÇÃO DE CHEQUES



MOTIVO BASE REGULAMENTAR TAXA
Nº DESCRIÇÃO R$ A SER PAGA PELO

11 insuficiência de fundos - 1ª apresentação Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

12 insuficiência de fundos - 2ª apresentação Anexo à Res. 1.682, arts. 6º, 7º 0,35 + 6,82 banco sacado, transferível ao cliente emitente

13 conta encerrada Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

14 prática espúria (Compromisso Pronto Acolhimento) Anexo à Res. 1.682, arts. 6º, 8º e 13; Comunicado 4.014 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

20 folha de cheque cancelada por solicitação do correntista Circ. 3.050, art. 1º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

21 contra-ordem ou oposição ao pagamento Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

22 divergência ou insuficiência de assinatura Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

23 cheques de órgãos da administração federal em desacordo com o Decreto-Lei 200 Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

24 bloqueio judicial ou determinação do BACEN Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado, transferível ao cliente emitente

25 cancelamento de talonário pelo banco sacado Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco sacado

26 inoperância temporária de transporte Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente

27 feriado municipal não previsto Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente
28 contra-ordem ou oposição ao pagamento motivada por furto ou roubo Circ. 2.655, art. 1º 0,00 não há pagamento de taxa

29 falta de confirmação do recebimento do talonário pelo correntista Circ. 2.655, art. 3º 0,35 banco remetente

30 furto ou roubo de malotes Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

31 erro formal de preenchimento Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente, transferível ao cliente depositante

32 ausência ou irregularidade na aplicação do carimbo de compensação Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente

33 divergência de endosso Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente

34 cheque apresentado por estabelecimento que não o indicado no cruzamento em preto, sem o endosso-mandato Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente

35 cheque fraudado, emitido sem prévio controle ou responsabilidade do estabelecimento bancário ("cheque universal"), ou ainda com adulteração da praça sacada Anexo à Res. 1.682, art. 6º; Circ. 2.313, art. 4º 0,35 banco remetente

36 cheque emitido com mais de um endosso - Lei 9.311/96 Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

37 registro inconsistente - CEL Circ. 2.398, art.15 0,35 banco remetente

40 moeda inválida Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

41 cheque apresentado a banco que não o sacado Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente


42 cheque não compensável na sessão ou sistema de compensação em que apresentado e o recibo bancário trocado em sessão indevida Anexo à Res. 1.682, art. 6º; Cta.Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 20 0,35 banco remetente

43 cheque devolvido anteriormente pelos motivos 21, 22, 23, 24, 31 e 34, persistindo o motivo de devolução Anexo à Res. 1.682, art. 6º; Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

44 cheque prescrito Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente

45 cheque emitido por entidade obrigada a emitir Ordem Bancária Anexo à Res. 1.682, art. 6º 0,35 banco remetente

46 CR - Comunicação de Remessa cujo cheque correspondente não for entregue no prazo devido Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

47 CR - Comunicação de Remessa com ausência ou inconsistência de dados obrigatórios Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

48 cheque de valor superior a R$ 100,00 sem identificação do beneficiário Circ. 2.444, art.1º 0,35 banco remetente

49 remessa nula, caracterizada pela reapresentação de cheque devolvido pelos motivos 12, 13, 14, 20, 25, 35, 43, 44 e 45 Anexo à Res. 1.682, art. 6º; Cta-Circ. 3.173, MNI 03-06-04, item 7 0,35 banco remetente

71 inadimplemento contratual da cooperativa de crédito no acordo de compensação Circ. 3.226, art. 6º, item I

72 contrato de compensação encerrado (cooperativas de crédito) Circ. 3.226, art. 6º, item II

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Como laçar os maus pagadores


São raros os empreendedores que entram no mundo dos negócios sonhando em se tornar especialistas em cobranças. Infelizmente, às vezes é preciso exercer esse papel indesejável e desagradável, pois isso faz parte da sobrevivência do negócio.

Desenvolver um programa consistente e bem-sucedido de cobranças não é algo difícil. Seguindo algumas diretrizes claras e bem testadas é possível implantar uma estratégia vencedora para que as faturas sejam pagas em dia e você possa manter um relacionamento comercial positivo e de longo prazo com os clientes.

Discuta questões financeiras durante sua primeira reunião com o cliente e defina as expectativas de pagamento antes mesmo de prestar os serviços. Explique de maneira clara e concisa exatamente o que você irá fazer pelo cliente e, ao mesmo tempo, estabeleça como se dará a cobrança. Não se acanhe em pedir uma parte do pagamento antecipadamente se a prática for aceita na área de atuação de sua empresa.

Tendo pessoalmente definido a agenda de pagamentos com o cliente, desligue-se do processo de cobrança. Seu papel comercial, a partir desse momento, será o de estimular um relacionamento de longo prazo com o cliente. É importante que a tarefa de lembrar os clientes do pagamento de suas contas, bem como as atividades de cobrança mais avançadas, sejam responsabilidade de um gerente ou de um assistente administrativo. Ao definir o responsável pela cobrança, fique longe do processo. A separação de funções permite que você ganhe simpatia com uma imagem bem diferente daquela do cobrador.

Estabeleça padrões de faturas. Não espere que seu cliente pague uma fatura incorreta ou que faça o pagamento na hora se ela foi enviada com atraso. Defina uma ordem de cobrança padronizada, de forma que não existam erros e que sua entrega seja consistente e pontual. Na hora de cobrar faturas atrasadas, deixe aberta a possibilidade de uma nova negociação.

Trate seus clientes como gostaria de ser tratado. Adote um discurso do tipo: "Se não puder nos pagar conforme combinamos, vamos dar um crédito a você, claro, mas isso nos levará a considerar nosso preço muito mais criteriosamente em negócios futuros".

texto da revista pequenas empresas grandes negocios.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Inadimplência do consumidor cai 5,1% em agosto, indica Serasa.

Melhora na conjuntura econômica influenciou resultado, diz entidade. No ano, alta acumulada é de 9,5%

Do G1, em São Paulo

A inadimplência do consumidor diminuiu 5,1% em agosto em relação a julho, informou o Serasa nesta segunda-feira (14).

De acordo com a entidade, é a maior queda mensal registrada desde maio.
No acumulado entre janeiro e agosto de 2009, no entanto, houve crescimento de 9,5%; já na relação agosto deste ano com o mesmo mês de 2008, o aumento foi de 7%, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor.

Em comunicado, o Serasa atribui a redução no nível de atraso nas contas a pagar dos consumidores à melhora na conjuntura econômica e ao efeito calendário, já que agosto teve dois dias úteis a menos que julho.
“Apesar de o Dia dos Pais ter sido a melhor data comemorativa do varejo este ano, até o momento, a melhora da atividade econômica, já verificada a partir do 2º trimestre, fez com que agosto não registrasse uma pressão na inadimplência mensal”, afirmou a entidade em comunicado.

Principais débitos

As dívidas com bancos lideraram o ranking da inadimplência do consumidor de janeiro a agosto de 2009 e representaram 44,2% das dívidas. No mesmo período do ano anterior este percentual foi de 43,2%.

Em seguida estão as dívidas com cartões de crédito e financeiras, que representaram 36,5% de janeiro a agosto deste ano. No acumulado de 2008, a participação da mesma modalidade foi de 32,5%.

Em terceiro lugar aparecem os cheques sem fundos, com 17,4% no acumulado até agosto de 2009. No mesmo período de 2008, a participação no indicador foi de 22%.

Encerram o ranking os títulos protestados, que nos oito primeiros meses deste ano representaram 1,9%. De janeiro a agosto do ano passado, este percentual foi de 2,3%.