A inadimplência do consumidor, que fechou 2010 com alta de 6,3%, como publicamos aqui, deve aumentar nos primeiros três meses de 2011, segundo previsão do economista Carlos Henrique de Almeida, da consultoria Serasa Experian. A expectativa é que o acumulado em 12 meses fique em torno de 6,8%.
Ao longo do ano, no entanto, o indicador deve recuar, fechando abaixo da taxa registrada em 2010.
- A perspectiva para este início de 2011 é que a política monetária restritiva para controle da inflação, iniciada no ano passado, o pagamento de impostos (IPTU e IPVA) e as despesas escolares possam gerar pressões de aumento da inadimplência. Mas não vamos ter uma mudança radical – diz o economista.
No fim do ano passado, o BC decidiu apertar o crédito, encarecendo os custos dos empréstimos, para controlar a inflação. Também para conter a alta dos preços, a autoridade monetária deve elevar a taxa de juros no começo de 2011. Na próxima semana, o Copom se reúne pela primeira vez no ano para decidir se haverá aumento. Tudo isso contribui para a alta da inadimplência.
fonte: Previsão/Serasa ExperianO Globo Economia - http:\\oglobo.globo.com\economia
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Eleições 2010 chegam a reta final

Votações acontecerão no próximo domingo, dia 3 de outubro, eleitores precisam saber escolher Administradores comprometidos com o país.
Brasília, 27 de setembro de 2010 - Faltam poucos dias para as eleições presidenciais que elegem, também, governadores, senadores e deputados. No próximo dia 3 de outubro, mais de 135 milhões de brasileiros irão às urnas. Ao que tudo indica, essa será umas das eleições mais acirradas já vividas no Brasil, pois as pesquisas eleitorais de intenção de votos indicam pequenas diferenças entre um candidato e outro.
Uma das razões para tamanha disputa pode estar nos inúmeros escândalos de corrupção. Desconfiados com a idoneidade dos candidatos, muitos eleitores estão indecisos. Para convencê-los, os concorrentes terão pela frente um grande desafio.
Há quem diga, por exemplo, que as eleições 2010 serão do povo brasileiro. Hoje, qualquer cidadão que goze de direitos políticos pode pedir a inelegibilidade de candidatos registrados que estão com a ficha suja.
Os eleitores terão a chance de mudar o cenário político do país. É importante analisar a ficha do candidato, mas também é essencial conhecer a história dele para saber se tem experiência em gestão e se está preparado para representar milhares de brasileiros, lembrando que o Brasil precisa de Administradores sérios e comprometidos com a nação. Este profissional foi preparado para gerir recursos e fazer planejamento a curto, médio e a longo prazo.
A história prova, por exemplo, que em momentos de crises financeiras e políticas as empresas com um bom sistema de gestão conseguiram superar as dificuldades. O Brasil necessita, portanto, de Administradores para gerenciar uma nação com 190 milhões de brasileiros. Mais do que eficiente e capaz este profissional é um homem acostumado às mudanças e sabe o que é necessário para adaptar-se a elas.
O voto é obrigatório para todas as pessoas alfabetizadas entre 18 e 70 anos. Já para os analfabetos, maiores de 70 anos ou jovens de 16 e 17 anos, o voto é facultativo. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a maioria dos eleitores deste ano é do sexo feminino (51,8% do total) e tem entre 25 e 34 anos. Os menores de 18 anos também estão entre os que podem decidir os futuros representantes do país: do total, 2.391.352 eleitores aptos a votar são jovens entre 16 e 17 anos.
Por Roberto Carvalho Cardoso
www.administradores.com
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A RENOVAÇÃO DA AGUIA .... (seja como a aguia renove-se)

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos
Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com:
As unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas as quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e
pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então, a águia só tem duas alternativas:
Morrer
Ou
Enfrentar um “doloroso” processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.
As águias frágeis, desprovidas de coragem, sucumbem ao envelhecimento. As mais corajosas, valentes e audaciosas tomam uma decisão radical: se refugiam no alto de uma montanha e iniciam um processo de auto renovação
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e viver, então, mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
E para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor...
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar
o valioso resultado que renovação SEMPRE traz
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Ampla Contribui com empregos para profissionais com mais de 50 anos.
Matéria passada no Bom Dia da Rede Globo de Televisão. onde ressalta a importancia
de profissionais com mais de 50 anos , capacitados para ocupar novamente um quadro nas empresas mas sao por muitas considerados velhos.
A ampla a muito da sua contribuição para estes proficionais que sao duramente colocados de lado pelo mercado de trabalho.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Inadimplência com cheques atinge menor taxa no 1º tri desde 2005, diz Serasa

A inadimplência com cheques registrou uma taxa de 1,92% no primeiro trimestre deste ano, o menor patamar para o período desde 2005 (1,74%), de acordo com o indicador da Serasa Experian divulgado nesta sexta-feira.
Ao todo, foram pouco mais de 5,4 milhões de cheques devolvidos para mais de 281 milhões compensados. O valor médio das dívidas com essa forma de pagamento no primeiro trimestre ficou em R$ 1.191,26.
Em março, foram devolvidos 2,1 milhões de cheques, representando uma inadimplência de 2,04%, número acima dos patamares contabilizados em janeiro e em fevereiro - esse último teve 18 dias úteis, ante 23 em março.
Essa alta, de acordo com os analistas da Serasa, é decorrente de uma série de fatores sazonais, que pressionam o orçamento familiar, como o pagamento da última parcela do IPVA, das despesas escolares (matrícula e material) e das férias e eventuais viagens realizadas no início de ano.
Ainda assim, o índice de cheques devolvidos é inferior ao registrado no mesmo mês de 2009 (2,46%), quando o país sentia os reflexos do agravamento da crise econômica mundial.
A perspectiva é de que a inadimplência com cheques continue caindo, principalmente na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Já no segundo semestre, os indicadores apontam para elevação, decorrente do maior endividamento da população.
O Amapá segue líder do ranking, com o maior percentual de cheques devolvidos (13,95%) em março, em um patamar ainda maior do que o registrado em fevereiro (13,59%) e em janeiro (11,93%).
Pelo terceiro mês consecutivo, São Paulo detém o menor índice (1,68%), com leve alta sobre a taxa (1,41%) contabilizada no mês anterior. Na contramão da tendência de alta, Roraima foi o único Estado que registrou queda nos índices de cheques devolvidos, de 10,15% para 8,79%.
Fonte: Folha Online, 23 de abril de 2010. Na base de dados do site www.endividado.com.br
terça-feira, 20 de abril de 2010
Setor de recuperação de crédito crescerá 20%
Da Redação
SÃO PAULO - O aumento da concorrência entre as instituições financeiras, aliado à expansão do crédito, irá levar as empresas de recuperação de crédito a um crescimento de 20% em seu faturamento neste ano, ante alta de 5% em 2009. Além disso, com o aumento dos empréstimos, o setor conta com um volume absoluto de inadimplência maior, apesar da expectativa de uma queda relativa do índice de 5,8% para 4,5% em 2010.
Segundo o diretor de Novos Negócios e Desenvolvimento da empresa de tecnologia especializada em sistemas para recuperação de crédito SysOpen, Wellington Gomes, a tendência é de que a inadimplência neste ano chegue a 6,5% em março, antes de cair até um patamar de 4,5% em dezembro. "O primeiro trimestre é um período sazonal de aumento do índice, por conta do acúmulo de dívidas no ano anterior, além do pagamento de uma série de obrigações fiscais, como IPTU e IPVA".
Assim, a inadimplência acima de 90 dias chegaria a R$ 80 bilhões, dentro da previsão de crescimento do crédito no sistema financeiro nacional de 30%, a R$ 1,77 trilhão. Segundo Gomes, no entanto, a inadimplência entre 10 e 90 dias, pode bater a casa dos R$ 250 bilhões. "Será dentro desse parâmetro que as empresas de recuperação de crédito irão trabalhar, mas muito desse volume será de pagamento espontâneo", diz o diretor. Essa medição é feita apenas no índice de inadimplência do mercado financeiro, sem levar em consideração o não pagamento de serviços como telefonia, energia elétrica, água, gás, TV a cabo e também parte do varejo, que trabalha com financiamentos próprios sem a utilização de recursos do mercado financeiro.
Segundo o presidente da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito (Aserc), José Roberto Roque, o faturamento médio das 1.800 empresas do setor é entre R$ 300 e R$ 400 mil mensais, ou R$ 8,640 bilhões anuais. "O incremento de 20% esperado virá não só pelo aumento de volume do crédito neste ano, mas também porque ainda há uma bolha de inadimplência trazida de 2009", analisa. Segundo ele, o setor está aquecido e "animado". O executivo usa como base o índice criado pela associação de vontade do devedor de cartão de crédito pagar dívida de dois anos nos próximos 90 dias. "O índice atual é o maior da série, tendo batido os 88%", afirma. Segundo ele, a média histórica fica entre 80% e 82%.
Gomes, da SysOpen, vê o mercado ainda aquecido por muito tempo. Segundo ele, a recuperação de crédito será uma ferramenta cada vez mais importante em um cenário de expansão do crédito, como o esperado no País nos próximos anos. "Mesmo que inadimplência fique estável nesse caso, com as concessões subindo, o volume absoluto dos calotes também sobem", compara.
O executivo diz ainda que as instituições financeiras precisarão recuperar o dinheiro financiado cada vez mais rápido, para poder voltar a reemprestá-lo.
Gomes vê a inadimplência caindo "por necessidade". "Em um crédito consignado, por exemplo, que tem taxas baixas, se a inadimplência é alta, acaba com o lucro. Em uma perspectiva de caminharmos para taxas cada vez menores e concorrência maior, o trabalho de recuperação deverá ser cada vez melhor".
Ele lembra ainda que em países desenvolvidos, a concessão de crédito chega a ser mais de 100% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto no Brasil está na casa dos 45%. "Se chegarmos a esse nível e os bancos demorarem a retornar esse dinheiro para seus caixas, não terão recursos para voltar a emprestar", projeta.
Os textos veiculados pela Agência Sebrae de Notícias podem ser reproduzidas gratuitamente.
SÃO PAULO - O aumento da concorrência entre as instituições financeiras, aliado à expansão do crédito, irá levar as empresas de recuperação de crédito a um crescimento de 20% em seu faturamento neste ano, ante alta de 5% em 2009. Além disso, com o aumento dos empréstimos, o setor conta com um volume absoluto de inadimplência maior, apesar da expectativa de uma queda relativa do índice de 5,8% para 4,5% em 2010.
Segundo o diretor de Novos Negócios e Desenvolvimento da empresa de tecnologia especializada em sistemas para recuperação de crédito SysOpen, Wellington Gomes, a tendência é de que a inadimplência neste ano chegue a 6,5% em março, antes de cair até um patamar de 4,5% em dezembro. "O primeiro trimestre é um período sazonal de aumento do índice, por conta do acúmulo de dívidas no ano anterior, além do pagamento de uma série de obrigações fiscais, como IPTU e IPVA".
Assim, a inadimplência acima de 90 dias chegaria a R$ 80 bilhões, dentro da previsão de crescimento do crédito no sistema financeiro nacional de 30%, a R$ 1,77 trilhão. Segundo Gomes, no entanto, a inadimplência entre 10 e 90 dias, pode bater a casa dos R$ 250 bilhões. "Será dentro desse parâmetro que as empresas de recuperação de crédito irão trabalhar, mas muito desse volume será de pagamento espontâneo", diz o diretor. Essa medição é feita apenas no índice de inadimplência do mercado financeiro, sem levar em consideração o não pagamento de serviços como telefonia, energia elétrica, água, gás, TV a cabo e também parte do varejo, que trabalha com financiamentos próprios sem a utilização de recursos do mercado financeiro.
Segundo o presidente da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito (Aserc), José Roberto Roque, o faturamento médio das 1.800 empresas do setor é entre R$ 300 e R$ 400 mil mensais, ou R$ 8,640 bilhões anuais. "O incremento de 20% esperado virá não só pelo aumento de volume do crédito neste ano, mas também porque ainda há uma bolha de inadimplência trazida de 2009", analisa. Segundo ele, o setor está aquecido e "animado". O executivo usa como base o índice criado pela associação de vontade do devedor de cartão de crédito pagar dívida de dois anos nos próximos 90 dias. "O índice atual é o maior da série, tendo batido os 88%", afirma. Segundo ele, a média histórica fica entre 80% e 82%.
Gomes, da SysOpen, vê o mercado ainda aquecido por muito tempo. Segundo ele, a recuperação de crédito será uma ferramenta cada vez mais importante em um cenário de expansão do crédito, como o esperado no País nos próximos anos. "Mesmo que inadimplência fique estável nesse caso, com as concessões subindo, o volume absoluto dos calotes também sobem", compara.
O executivo diz ainda que as instituições financeiras precisarão recuperar o dinheiro financiado cada vez mais rápido, para poder voltar a reemprestá-lo.
Gomes vê a inadimplência caindo "por necessidade". "Em um crédito consignado, por exemplo, que tem taxas baixas, se a inadimplência é alta, acaba com o lucro. Em uma perspectiva de caminharmos para taxas cada vez menores e concorrência maior, o trabalho de recuperação deverá ser cada vez melhor".
Ele lembra ainda que em países desenvolvidos, a concessão de crédito chega a ser mais de 100% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto no Brasil está na casa dos 45%. "Se chegarmos a esse nível e os bancos demorarem a retornar esse dinheiro para seus caixas, não terão recursos para voltar a emprestar", projeta.
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